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Minha sogra francesa

Jasmim

Sexta passada uma amiga me convidou para jantar na sua casa. Fui feliz da vida porque, além de encontrar duas pessoas queridas, este era um programa que eu podia fazer com minha filha mais velha, Jasmim. Não tanto porque adoro sair carregando cria, mas principalmente porque assim o marido não pode dizer que ficou comContinue a ler “Jasmim”

Um Conto de Natal

« Se quiserem ganhar presente no natal, vocês precisam separar os brinquedos que não usam mais para dar para as crianças que não têm presente”. Disse isso aos filhos de cinco e oito anos da maneira mais firme possível. Como eles não pareceram muito tocados pelo argumento, continuou: “…e se o Papai Noel chegar nesteContinue a ler “Um Conto de Natal”

As férias chegaram, de novo

As férias chegaram novamente e com elas a promessa de dois longos meses com os filhotes. O que fazer para ocupar duas bombas de energia durante mais de sessenta dias seguidos? Embora o confinamento do ano passado tenha mostrado que as coisas podem sempre piorar, ainda sinto um gosto amargo quando as férias se aproximam.Continue a ler “As férias chegaram, de novo”

5 x 1

Já faz algum tempo que não escrevo sobre a sogra francesa, por dois motivos: primeiro, pensava haver resolvido, ao menos na minha cabeça, nossa relação; segundo, porque o coronavírus nos forneceu uma razão legítima para não nos encontrarmos. A distância e o tempo quase me fizeram esquecer as maldades de Chantal. Nas vésperas do aniversárioContinue a ler “5 x 1”

Terceiro confinamento

Dia 18 de março a região parisiense iniciou seu terceiro confinamento. O que para mim não alterou muita coisa, principalmente porque as escolas permaneceram abertas. Quando soube que nos reconfinaríamos em poucos dias, corri para o cabelereiro; meu cabelo já estava sem corte e mais não sei quantos meses sem apará-los me aproximaria da imagemContinue a ler “Terceiro confinamento”

Vida chata

Hoje recebi uma mensagem de uma amiga perguntando como estão as coisas por aqui. Respondi sem pensar: “A vida está bastante chata, mas fora isso tudo bem”. Arrependi na hora, Polyanna ficaria decepcionada comigo… Minha amiga estava sendo atenciosa, eu poderia ter sido mais gentil. Quer dizer, para um francês não há nada errado comContinue a ler “Vida chata”

Adeus Ano Velho

1° de janeiro de 2021. Mais um ano começa. Lembro quando eu era criança e o ano 2000 estava longe. A virada do milênio. Eu seria uma adulta, teria vinte anos! Me via linda e independente, morando sozinha num apartamento moderno e minimalista, ganhando dinheiro, dona do meu nariz, provavelmente jornalista. A humanidade faria coisas incríveis,Continue a ler “Adeus Ano Velho”

Confinados, desconfinados, desconfinados com toque de recolher, reconfinados, quase desconfinados, quase quase desconfinados, mais ou menos confinados com toque de recolher….

Assim está a vida na França desde que começou a pandemia. No começo eu seguia tudo direitinho. Como todos os franceses que conhecemos, eu e o marido nos assentávamos em frente à televisão no dia marcado, sempre às 20h, para escutar o Presidente falar. Na sequência ouvíamos os esclarecimentos feitos pelo Ministro da Saúde e,Continue a ler “Confinados, desconfinados, desconfinados com toque de recolher, reconfinados, quase desconfinados, quase quase desconfinados, mais ou menos confinados com toque de recolher….”

Adeus Tia Ervilha…

Ontem a covid levou a primeira pessoa próxima de mim. Mais precisamente, a primeira pessoa que possuía meu amor. Tia Ervilha. Claro, esse não era seu nome, nem seu apelido. Mas quando criança eu me divertia com a semelhança do nome da minha tia com essa palavrinha que sempre achei muito simpática, “ervilha”. Me divertiaContinue a ler “Adeus Tia Ervilha…”

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